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A Sociedade
Brasileira de Patologistas (SBP) na tentativa de contribuir para a
uniformização dos laudos
histopatológicos editou o livro de Padronização dos laudos
Histopatológicos no qual constam protocolos de exames
macro e microscópicos e modelos de laudos a serem usados nas diversas
subespecialidades da Anatomia Patológica.
Transcrevemos abaixo modelos padronizados de alguns tumores cutâneos
e que utilizamos na expedição de nossos laudos.
Todos estão baseados nos critérios de prognóstico para
cada tipo de tumor: Carcinoma espinocelular ( epidermóide ),
melanoma malígno e carcinoma basocelular.
Os dados que devem constar no laudo de carcinoma basocelular incluem:
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Tipo histopatológico; · Medida da lesão; · Presença ou não de ulceração; · Padrão de crescimento (expansivo ou infiltrativo); · Contorno dos blocos celulares ( se arredondados ou espiculados ); · Pleomorfismo celular; · Tipo do estroma (fibro ou hialino); · Invasão perineural; · Limites cirúrgicos livres ou comprometidos; · Presença ou não de lesões associadas. |
Tais critérios
são baseados em trabalhos cientificos que estudaram carcinomas basocelulares
recidivados.
Seguem exemplos de laudos (fictícios) que obedecem à padronização:
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Produto
de exérese em fuso de lesão da pele da região malar:
Carcinoma basocelular, medindo 1,5cm de diâmetro, |
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Exemplo de Conclusão Microscópica (para Carcinoma escamoso) Produto de exerese em fuso de lesão de pele do antebraço: Carcinoma escamoso, medindo 2,0cm de diâmetro, ulcerado, grau II de Broders. Ausência de invasão angiolinfática ou perineural. Margens cirúrgicas livres. |
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Produto de exerese em fuso de lesão cutânea da perna esquerda: Melanoma maligno extensivo superficial com 1,6cm de diâmetro, em fase vertical de crescimento, nível III de Clark, medindo 0,89mm de espessura máxima (Breslow), com 2 mitoses/mm2 e evidente infiltrado linfocitário no tumor. Ausência
de sinais de regressão e de ulceração. |